quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Doce ilusão
Partículas de água condensadas suspensas, FLUTUANDO na atmosfera. Se eles pensam que cairei nessa, estão muito enganados. Até acredito que possam ser espécies de coelhos branquinhos gigantes ou ursinhos carinhosos desbotados, mas essa história de "culpadas" pela chuva, ah, por favor, de quem foi a ideia?
Provavelmente isso tem a ver com o seu Arlindo, posso apostar que ele inventou tudo isso só pra disfarçar. E água voa? Água é branca? Eu ainda provo pra todo mundo que isso não passa de uma desculpa esfarrapada.
Além disso, já percebi que é só chover pra ele desaparecer como mágica. Justamente quando todas elas estão lá em cima, juntas, prontinhas para serem colhidas. Ah, eu ainda arranco a verdade dele!
Algodão doce. Sei! Já fui na farmácia e a mulher disse que nem existe por lá. Um dia esse mentiroso do seu Arlindo vai me contar como é que ele pega as nuvens lá do céu pra vender pra todo mundo aqui no bairro. E semana que vem é bom ele trazer de brinde a máscara da Docinho. Só falta essa pra completar o trio das meninas super poderosas.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Avesso
Tenho dias pelo avesso, com costuras aparecendo e etiquetas à mostra
Tenho dias pelo avesso, tipo aqueles em que você sai atrasado, perde o ônibus e leva bronca do chefe
Tenho dias pelo avesso, de trás pra frente ou pelo verso
Tenho dias pelo avesso, mas sempre alguém me mostra que vesti a camiseta do lado errado, aí é um recomeço.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
O massacre da serra elétrica
É muito mais fácil não corresponder a um amor, do que amar.
Para amar, é necessário abrir o coração, para rejeitar, fechá-lo.
Nos filmes, por exemplo, quando a mocinha está fugindo do maníaco com a serra elétrica, é mais fácil ela passar por um portão e fechá-lo para se salvar ou fugir abrindo um portão que está fechado? Claro que a primeira opção é mais simples.
O problema, é que nessa analogia toda, a mocinha acaba sempre morrendo.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Sobre figuras de linguagem
Sou uma hipérbole, e tenho orgulho disso.
Se é para andar por aí, sendo lido por todo mundo e recebendo interpretações quaisquer, melhor ser um exagero, do que uma metáfora.
domingo, 25 de novembro de 2012
O galo cantou e a casa caiu
Despertador, no mundo real, é um instrumento de tortura utilizado para acabar com a felicidade dos humanos. No meu, é uma máquina que serve para avisar que a vida não pode ser apenas um sonho. Ou seja, em ambos os mundos, ele é a mesma coisa.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
A volta dos que não foram
Não acredito em reencarnação, aliás, não quero reencarnar, mas se for pra voltar, que seja no corpo de um passarinho desses que a gente vê por aí. Se eu tiver que encarar uma segunda vida, que pelo menos dessa vez eu possa voar.
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